Lavando os olhos por entre o verde dos prados, deparo com um esboço de flor.
Que nome terás que nem no alto da minha serra nunca te vira?
Como as surpresas da vida, assim fiquei, mirando-a, como se esperando que me falasse.
"Nome tenho. Sou flor . Estou à espera do meu tempo para sorrir para estas pequeninas irmãs que me cercam."
Continuando na caminhada, o pensamento debatia-se entre a humildade do seu altivo pedúnculo e a altivez de tantos botões vazios...
Manuela Barroso